Dilma não está nem aí. Curte cada momento, enquanto o povo acha que ela sofre

A presidente afastada Dilma Rousseff tem revelado sinais de sua personalidade fria e calculista desde a adolescência, quando decidiu apoi...


A presidente afastada Dilma Rousseff tem revelado sinais de sua personalidade fria e calculista desde a adolescência, quando decidiu apoiar a luta armada e praticar ações terroristas no país. Capaz de fazer coisas "do arco da velha" como ela própria costuma se referir às ações subversivas das quais participava,  Dilma assaltou, sequestrou e explodiu e disparou. Durante este período, criou laços de amizade com dezenas de guerrilheiros que participaram da formação dos partidos de esquerda após o fim da ditadura, como o PT e o PDT.
Em sua infância, Dilma tinha uma vida confortável de classe média em Belo Horizonte. Estudava no Colégio Sion e integrava a sociedade burguesa da capital mineira. A situação financeira da família sofreu um duro golpe com a morte do pai (o advogado búlgaro Pedro Rousseff, falecido em 1962. Dilma tinha 14 anos e foi obrigada a encarar a dura realidade: não pertencia mais ao círculo social burguês. Sua revolta contra a sociedade "capitalista" começou naquele tempo. Abandonada pelas amigas "patricinhas", Dilma enfrentou a decadência social até começar a se relacionar com jovens subversivos que sonhavam com o poder, com dinheiro e com vingança.
Participou de assaltos a bancos, sequestros e assumiu definitivamente uma vida subversiva, que tinha como pano de fundo a atividade criminosa.
Foi graças à sua frieza e capacidade de se manter fiel à uma "causa" que Dilma ingressou na vida pública através de indicações de seu ex-marido, o também ex terrorista Carlo Araújo, que ajudou a fundar o PDT no Rio Grande do Sul.  Com a aliança do partido com o PT nas eleições presidenciais, Dilma mudou de partido, prevendo a vitória de Lula em 2002.
Já familiarizado com seu currículo, Lula a convocou para assumir o ministério das Minas e Energia e a presidência do Conselho da Petrobras no ano de 2003. Foi justamente nesta época que o PT deu início à implantação de uma gigantesca organização criminosa na estatal.  Dilma cumpria ordens diretas de Lula e de José Dirceu e tinha conhecimento sobre a estratégia de obter recursos ilícitos para o financiamento de um plano de poder duradouro dos partidos de esquerda. Participou diretamente da distribuição de diretorias a pessoas coniventes com o novo esquema de corrupção, como foi o caso de Sérgio Machado, que naquele mesmo ano, após perder a eleição para deputado, passou a ocupar a presidência da Transpetro, por indicação política do PMDB para garantir apoio ao governo Lula.
O ambiente no qual Dilma moldou o seu caráter fez com que ela se tornasse uma pessoa "pragmática", capaz de se concentrar apenas em seus objetivos mais imediatos. Sua frieza característica e sua capacidade de conduzir "situações" com extrema objetividade lhe permitiu ocupar postos chave no governo Lula, incluindo a chefia da Casa Civil, após a queda de Dirceu no esquema do mensalão. O êxito de Dilma em se manter longe de suspeitas e sua capacidade em obter recursos para o partido foram os principais fatores que levaram Lula a fazer dela sua sucessora.
Já na presidência da república, Dilma deu continuidade a todo o gigantesco esquema de corrupção construído ao longo do governo Lula. Hoje se sabe que os esquemas de desvios concebidos pelo PT não se concentravam apenas na Petrobras, mas em praticamente todos os órgãos de governo, obras federais, empréstimos do BNDES, Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Lotéricas e onde mais se imaginar.
Gerenciar um esquema tão gigantesco de corrupção requer a frieza de uma pessoa inescrupulosa, dona de uma mente altamente criminosa. Quem imagina que Dilma está "sofrendo" com todo este processo de impeachment está muito enganado. Apesar de sua frieza e capacidade de camuflar seus verdadeiros sentimentos e intenções, a veterana subversiva deixa escapar alguns traços de sua personalidade em algumas entrevistas.
Semana passada, Dilma concedeu uma entrevista à revista Marie Claire no Palácio da Alvorada e novamente deixou escapar aspectos sobre seu atual estado de espírito, diante do processo de impeachment.
Logo no início da entrevista, Dilma revelou traços de sua personalidade: "Foi dura com um funcionário que a interrompeu. “Presidenta, ganhamos em Porto Alegre”, disse ele na porta da sala, com relação à medida que devolvia a Dilma o direito de usar, ainda que com restrições, um avião das Forças Armadas do Brasil para se locomover pelo país. “E o que é que você quer que eu faça com essa informação?”, respondeu. “É que é uma boa notícia, presidenta”, justificou-se o assessor. “Ocê sabe que eu não ligo muito para essa coisa”, rebateu ela".
Dilma reconhece que deixou a desejar na questão dos direitos das mulheres, mas no lugar de demonstrar arrependimento, prefere exaltar a própria soberba: "Não tenho dúvidas de que queria deixar um legado mais positivo. Mas deixo o legado da resistência feminina. Vou resistir até o último momento. Não pensem que me atemorizam. Não estou embaixo da cama nem morrendo de tristeza, como gostariam".
Acompanhe abaixo o trecho final da entrevista, onde Dilma já começa a criticar o Palácio da Alvorada, o lugar onde vive atualmente e que terá que deixar nos próximos 30 dias:

Marie Claire - É verdade que a senhora acorda às 5h30 da manhã para pedalar, volta e começa a despachar?

Dilma - Não, não. Eu volto, tomo banho, café, leio jornal, blog. Sou normal [risos]. Estava levantando às 5h30 quando o dia começava às 6h. Hoje começou às 6h38, comecei a andar de bicicleta às 6h50. A bicicleta deixa a gente muito feliz da vida.

Marie Claire - Tem outros hobbies?

Dilma - Gosto muito de séries e filmes. Gostei de Downtown Abbey, acho a House of Cards americana chatérrima. Gosto de Doc Martin e The Midwife, sobre enfermeiras. Vi um filme de que gostei muito, Os Filhos da Meia-noite. Assista.

Marie Claire - E outros pequenos prazeres?

Dilma - Se alguém acender um charuto ou um cachimbo perto de mim, tenho de me controlar para não sair atrás da fumaça que nem aqueles personagens de desenho. Parei de fumar cigarro em 1986. Fumava quatro maços por dia.

Marie Claire - A senhora diz que não chora em situações extremas. Quando foi a última vez que chorou?

Dilma - Assisto a filme e choro. Mas situações extremas pessoais?

Marie Claire - Pessoais, profissionais.

Dilma - Mas, nos filmes, você chora porque se projeta. Choro lendo Manuelzão e Miguilim [de Guimarães Rosa]. Choro com criança. Mas, em situações extremas, não choro. Na morte do meu pai demorei muito para chorar. Foi uma das situações mais extremas da minha vida. A maior dor, desesperadora. Quanto mais a barra é pesada, menos choro. Isso não significa que não extravase. Acho que às vezes a gente até somatiza. Duas doenças que tive, acho que foi porque não extravasei. [Além do câncer], tive um problema na tireoide quando meu pai morreu.

Marie Claire - A senhora já fez terapia?

Dilma - Não. Agora li muito Freud viu, querida? O que li de Freud não está no gibi. Aliás, outro dia mostrei minha coleção de livros. Gosto ainda mais deles do que de filmes. Tenho ciúmes e todos os maus sentimentos com meus livros.

Marie Claire - Qual é o seu maior medo?

Dilma - Medo? Olha, não falo porque fico com medo [risos]. É em relação aos meus netos e à minha filha. A gente tem medo de falar nisso. Não gosto nem de pensar.

Marie Claire - É verdade que a senhora dorme de sapatos e guarda dinheiro no colchão?

Dilma - Olha, querida, dormi de sapato bem uns cinco anos da minha vida, vocês nem eram nascidas, no fim da década de 60. Dormia vestida porque, a qualquer momento, tinha que acordar e ir embora. Os caras sempre podiam estar ali. Mas não durmo mais não. E sempre tem um dinheirinho vivo, uai. Isso daí você adquire [risos].

Marie Claire - A senhora ainda cuida do cabelo com Celso Kamura?

Dilma - Kamurete? Nunca vou largar o Kamurete. Minha filha, depois que fiz o tratamento [para curar o câncer], o cabelo cresceu em tufos. Na campanha de 2010, ficaram um tanto desesperados quando começaram a me filmar [risos]. O Kamura reconstruiu meu cabelo. Não vou todo mês. Mês e meio, mês e meio, ele aparece aqui. Eu tinjo meu cabelo.

Marie Claire- Sozinha?

Dilma - Não, peço ajuda a quem estiver por perto para segurar o pote de tinta.

Marie Claire - A senhora mora neste palácio enorme. Vai sentir falta?

Dilma - Nisto aqui ninguém mora. Você usa. O quarto é um horror. Acorda, dá o sinal para o ônibus, sobe e vai no banheiro. Se der fome de madrugada, tem uma geladeira.

Marie Claire - Deu vontade de  fazer um ovo frito...

Dilma - Não pode. É um lugar bonito, bom de ver, não de morar. O lugar em que você mora tem que ter dimensões acolhedoras.

Marie Claire - A senhora está namorando?

Dilma - Agora paramos aqui, agora deu.

Com foi possível perceber, Dilma não demonstra nenhum tipo de arrependimento, remorso ou vergonha. Enquanto for possível, vai morar no Palácio do Planalto, curtir as séries do Netflix, usar e abusar de tudo aquilo que julga ter direito, humilhar funcionários a passear de avião. Tudo às custas do povo. Enquanto isso, ri de todos aqueles que vão às ruas pedir seu afastamento. Deve pensar: "Tolinhos. Não sabem de nada da vida""

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